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Posted:
05 Sep 2014 11:32 AM PDT
Seria estes desafios parte de algum ritual satânico? Existe
algum simbolismo oculto por trás disso?
O desafio do balde de gelo
inaugurou uma onda de desafios nas redes sociais. No Brasil, internautas
desafiam umas às outras a publicarem fotos sem maquiagem. Nos Estados Unidos, a
nova moda agora entre os adolescentes é desafiarem uns aos outros a amaldiçoar
Deus.
A “brincadeira” iniciada por jovens ateus é chamada de “The
Blasphemy Challenge” (“desafio da blasfêmia”, em tradução do inglês), e tem se
espalhado entre adolescentes norte-americanos.
A ideia basicamente é
desafiar outras pessoas a publicar um vídeo amaldiçoando a Deus ou renunciando à
obra do Espírito Santo em sua vida. Entre os mais ousados, há afirmações de que
se a pessoa assumir as consequências dessa fala, incluindo a perda da Salvação,
descobrirá na verdade que Deus não existe.
Entre os críticos da
brincadeira, a jovem Perri Frost, 17 anos, foi ouvida pelo Charisma News e
destacou que enxerga uma contradição no desafio da blasfêmia: “Alguns dos
adolescentes que parecem mais hostis para com Deus são os mesmos que enfatizam
que eles são pensadores racionais. Parece estranho querer insultar alguém que
supostamente não está lá”, argumentou.
Os idealizadores do desafio da
blasfêmia não negam que seu propósito é promover o ateísmo entre adolescentes
cristãos. “É uma forma de expor o barro que é a doutrina cristã”, disse um dos
principais divulgadores da “brincadeira” numa entrevista à Fox News.
A
ideia surgiu a partir da leitura de Marcos 03:29, em que Jesus diz que “quem
blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: é culpado de pecado
eterno”. A partir disso, os ativistas ateus querem divulgar o conceito de que se
Deus é “incapaz” de perdoar um pecado específico, talvez Ele não perdoe nenhum
pecado, ou não exista.
Com esses argumentos, os ativistas ateus
desenvolveram o desafio da blasfêmia a fim de levar desprezo e descrédito à fé
cristã e os relatos bíblicos.
Via: noticias.gospelmais.com.br

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Posted:
05 Sep 2014 06:27 AM PDT
Sabe
aquele asteroide que caiu na Rússia no ano passado? Um igualzinho vai passar de
raspão pelo nosso planeta neste domingo, por volta das 15h (de Brasília). Não
vai bater, mas estará a cerca de um décimo da distância até a Lua —
aproximadamente 40 mil km. Convenhamos, quando um pedregulho de cerca de 20
metros de diâmetro vem na sua direção a mais de 45 mil km/h, a gente tem de se
preocupar, não?

Concepção artística de asteroide passando de
raspão pela Terra. Ufa!
A Nasa divulgou o achado ontem, obtido de forma
independente por dois grupos de astrônomos nos dias 1 e 2 de setembro. Batizado
de 2014 RC, o bólido celeste de início causou alvoroço, mas, a essa altura, com
a órbita mais bem determinada, já sabemos que com certeza ele não corre risco de
colidir. Por via das dúvidas, contudo, é bom continuar acompanhando sua
trajetória depois que ele passar por nós, sobrevoando a região da Nova
Zelândia.
“Embora o 2014 RC não vá impactar com a Terra, sua órbita o
trará à vizinhança do nosso planeta no futuro”, disse a agência espacial
americana, em nota. “O movimento futuro do asteroide será monitorado de perto,
mas nenhum potencial encontro ameaçador com a Terra foi identificado até
agora.”
O lance é que, ao passar de raspão pela Terra, o asteroide tem
sua trajetória alterada pela gravidade do planeta. Isso já é incluído nos
cálculos, mas não custa confirmar depois do encontro para ver se está tudo
certinho, não é? O seguro morreu de velho.
PERIGO CONSTANTE Sabemos
que esse não vai bater, mas dá um calafrio, vai? Pois vá se acostumando. O
Mensageiro Sideral conversou com o caçador de asteroides brasileiro Cristóvão
Jacques, e ele disse que não é tão incomum a descoberta de bólidos passando a um
tiquinho de nós. “A gente pega um desses duas a três vezes por ano”,
afirma.
Claro, de vez em quando não pega. E aí o asteroide só é
descoberto depois que já passou, ou quando cai — como aconteceu em Chelyabinsk,
na Rússia, em 15 de fevereiro de 2013. Naquele dia, um asteroide com estimados
20 metros de diâmetro explodiu ao adentrar a atmosfera terrestre, liberando uma
energia 30 vezes maior que a bomba atômica de Hiroshima.
A onda de choque
produzida pela explosão a 30 km de altitude danificou 7.200 prédios em seis
cidades da região, e cerca de 1.500 pessoas ficaram feridas.
Ou seja,
mesmo não sendo objetos capazes de destruir a civilização e devastar a vida
globalmente (como o asteroide que matou os dinossauros, 65 milhões de anos
atrás, que tinha pelo menos 10 km de diâmetro), bólidos como o 2014 RC podem
fazer muitos estragos.

Confira a órbita do 2014 RC e sua posição,
assim como a da Terra (marcada como “Earth”), ontem.
Felizmente, temos
cientistas pensando em como detectar esses objetos antes que caiam aqui e também
como desviá-los, se for necessário. “Este objeto é um ótimo análogo do bólido de
Chelyabinsk”, afirma Eric Christensen, astrônomo da Universidade do Arizona em
Tucson e um dos descobridores. “Acho encorajador o fato de duas grandes
iniciativas de rastreio o terem detectado independentemente e que o objeto tenha
sido anunciado cerca de quatro dias antes da aproximação máxima. Este é um ótimo
exemplo de como o sistema tem de funcionar (e funciona!), que espero ajude a
calar parte do barulho sobre como o céu está desabando e não temos capacidade
para fazer nada a respeito.”
E você que pensou que astronomia não tinha
utilidade
prática?
Via: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/
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