sábado, 6 de setembro de 2014

Posted: 05 Sep 2014 11:32 AM PDT
Seria estes desafios parte de algum ritual satânico? Existe algum simbolismo oculto por trás disso?

O desafio do balde de gelo inaugurou uma onda de desafios nas redes sociais. No Brasil, internautas desafiam umas às outras a publicarem fotos sem maquiagem. Nos Estados Unidos, a nova moda agora entre os adolescentes é desafiarem uns aos outros a amaldiçoar Deus.

A “brincadeira” iniciada por jovens ateus é chamada de “The Blasphemy Challenge” (“desafio da blasfêmia”, em tradução do inglês), e tem se espalhado entre adolescentes norte-americanos.

A ideia basicamente é desafiar outras pessoas a publicar um vídeo amaldiçoando a Deus ou renunciando à obra do Espírito Santo em sua vida. Entre os mais ousados, há afirmações de que se a pessoa assumir as consequências dessa fala, incluindo a perda da Salvação, descobrirá na verdade que Deus não existe.

Entre os críticos da brincadeira, a jovem Perri Frost, 17 anos, foi ouvida pelo Charisma News e destacou que enxerga uma contradição no desafio da blasfêmia: “Alguns dos adolescentes que parecem mais hostis para com Deus são os mesmos que enfatizam que eles são pensadores racionais. Parece estranho querer insultar alguém que supostamente não está lá”, argumentou.

Os idealizadores do desafio da blasfêmia não negam que seu propósito é promover o ateísmo entre adolescentes cristãos. “É uma forma de expor o barro que é a doutrina cristã”, disse um dos principais divulgadores da “brincadeira” numa entrevista à Fox News.

A ideia surgiu a partir da leitura de Marcos 03:29, em que Jesus diz que “quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: é culpado de pecado eterno”. A partir disso, os ativistas ateus querem divulgar o conceito de que se Deus é “incapaz” de perdoar um pecado específico, talvez Ele não perdoe nenhum pecado, ou não exista.

Com esses argumentos, os ativistas ateus desenvolveram o desafio da blasfêmia a fim de levar desprezo e descrédito à fé cristã e os relatos bíblicos.

Via: noticias.gospelmais.com.br
Posted: 05 Sep 2014 06:27 AM PDT
Sabe aquele asteroide que caiu na Rússia no ano passado? Um igualzinho vai passar de raspão pelo nosso planeta neste domingo, por volta das 15h (de Brasília). Não vai bater, mas estará a cerca de um décimo da distância até a Lua — aproximadamente 40 mil km. Convenhamos, quando um pedregulho de cerca de 20 metros de diâmetro vem na sua direção a mais de 45 mil km/h, a gente tem de se preocupar, não?



Concepção artística de asteroide passando de raspão pela Terra. Ufa!

A Nasa divulgou o achado ontem, obtido de forma independente por dois grupos de astrônomos nos dias 1 e 2 de setembro. Batizado de 2014 RC, o bólido celeste de início causou alvoroço, mas, a essa altura, com a órbita mais bem determinada, já sabemos que com certeza ele não corre risco de colidir. Por via das dúvidas, contudo, é bom continuar acompanhando sua trajetória depois que ele passar por nós, sobrevoando a região da Nova Zelândia.

“Embora o 2014 RC não vá impactar com a Terra, sua órbita o trará à vizinhança do nosso planeta no futuro”, disse a agência espacial americana, em nota. “O movimento futuro do asteroide será monitorado de perto, mas nenhum potencial encontro ameaçador com a Terra foi identificado até agora.”

O lance é que, ao passar de raspão pela Terra, o asteroide tem sua trajetória alterada pela gravidade do planeta. Isso já é incluído nos cálculos, mas não custa confirmar depois do encontro para ver se está tudo certinho, não é? O seguro morreu de velho.

PERIGO CONSTANTE
Sabemos que esse não vai bater, mas dá um calafrio, vai? Pois vá se acostumando. O Mensageiro Sideral conversou com o caçador de asteroides brasileiro Cristóvão Jacques, e ele disse que não é tão incomum a descoberta de bólidos passando a um tiquinho de nós. “A gente pega um desses duas a três vezes por ano”, afirma.

Claro, de vez em quando não pega. E aí o asteroide só é descoberto depois que já passou, ou quando cai — como aconteceu em Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro de 2013. Naquele dia, um asteroide com estimados 20 metros de diâmetro explodiu ao adentrar a atmosfera terrestre, liberando uma energia 30 vezes maior que a bomba atômica de Hiroshima.

A onda de choque produzida pela explosão a 30 km de altitude danificou 7.200 prédios em seis cidades da região, e cerca de 1.500 pessoas ficaram feridas.

Ou seja, mesmo não sendo objetos capazes de destruir a civilização e devastar a vida globalmente (como o asteroide que matou os dinossauros, 65 milhões de anos atrás, que tinha pelo menos 10 km de diâmetro), bólidos como o 2014 RC podem fazer muitos estragos.


Confira a órbita do 2014 RC e sua posição, assim como a da Terra (marcada como “Earth”), ontem.

Felizmente, temos cientistas pensando em como detectar esses objetos antes que caiam aqui e também como desviá-los, se for necessário. “Este objeto é um ótimo análogo do bólido de Chelyabinsk”, afirma Eric Christensen, astrônomo da Universidade do Arizona em Tucson e um dos descobridores. “Acho encorajador o fato de duas grandes iniciativas de rastreio o terem detectado independentemente e que o objeto tenha sido anunciado cerca de quatro dias antes da aproximação máxima. Este é um ótimo exemplo de como o sistema tem de funcionar (e funciona!), que espero ajude a calar parte do barulho sobre como o céu está desabando e não temos capacidade para fazer nada a respeito.”

E você que pensou que astronomia não tinha utilidade prática?

Via: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/

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