terça-feira, 9 de setembro de 2014


Posted: 07 Sep 2014 10:40 AM PDT


Seria esta uma via mais curta para a manifestação do anticristo?

Penso isso porque Francisco já disse que ele teria pouco tempo de vida, e poderia renunciar a qualquer momento... Então caso ele criasse esta "ONU das Religiões", ele poderia entrega-la em pouco tempo para o possível governante mundial, o anticristo, onde regeria todas as religiões, colocando-se como uma espécie de messias para os judeus, como papa (onde já o é) para os cristãos católicos e até protestantes, e como Mahdi para os muçulmanos.

É esperar para ver...

O ex-presidente israelense Shimon Peres, recebido nesta quinta-feira pelo Vaticano em audiência privada pelo papa Francisco, declarou que propôs a criação de uma "ONU das religiões" diante da ineficácia da atual ONU política.

"Atualmente as guerras explodem com a desculpa da religião. Enfrentamos centenas, quase milhares de movimentos terroristas que pretendem matar em nome de Deus", declarou Peres, de 91 anos, em uma entrevista ao semanário italiano católico Famiglia Cristiana.

"Para lutar contra esta deriva temos a Organização das Nações Unidas. É uma instituição política que não tem nem as armas que as nações dispõem, nem a convicção que a religião produz", acrescentou o ex-presidente israelense, cujo mandato terminou no fim de julho.

"Devido ao fato de a ONU já ter tido o seu momento, o que nos serviria agora seria uma Organização de religiões unidas, uma ONU das religiões. Seria a melhor maneira de se opor aos terroristas que matam em nome da fé", acrescentou Peres.

Peres, que visitou em muitas ocasiões o Vaticano, disse que gostaria de ver o papa Francisco à frente desta "ONU das religiões".

"Talvez pela primeira vez na história o Santo Padre é um líder respeitado como tal pelas religiões mais diferentes. Diria ainda mais, talvez seja o único líder respeitado", declarou Peres.

O Vaticano não forneceu nenhuma informação sobre o encontro privado entre os dois homens.

No início de junho, pouco depois de sua viagem ao Oriente Médio, o papa Francisco recebeu Shimon Peres e o presidente palestino Mahmud Abbas no Vaticano para uma oração conjunta.

Via: Exame
Posted: 07 Sep 2014 10:03 AM PDT


O jornalista Wayne Madsen se especializou em inteligência e relações internacionais, tornando-se conhecido por suas denúncias, de repercussão mundial, a respeito da espionagem empreendida pela NSA - National Security Agency.

Wayne trabalhou, após sair da Marinha dos Estados Unidos, para a RCA como consultor governamental para contratos com a NSA.

O norte-americano acredita que o avião de Eduardo Campos foi derrubado propositalmente, e que nesse acidente houve envolvimento da CIA, agência de inteligência norte-americana.

O artigo


Imagem: Reprodução / Redes Sociais 

Sua posição é apresentada no artigo "All factors point to CIA aerially assassinating Brazilian presidential candidate", no site da "Strategic Culture Foundation". Como argumentos para sua tese, o jornalista enfatiza três pontos: o modelo do avião tinha um histórico perfeito em relação à segurança de vôo; a caixa-preta do avião não registrou o vôo; e o avião foi comprado com o uso de empresas fantasma, ficando pouco claro quem era o verdadeiro proprietário da aeronave. Este último aspecto, para o jornalista, é o que chama mais a atenção, e seria uma das marcas registradas das ações da CIA - Central Intelligence Agency.


Imagem: Reprodução/Strategic Culture Foundation

Ainda segundo o jornalista, a agência que enviou uma equipe ao Brasil para investigar o acidente seria, na verdade, especializada em acobertar ações criminosas.

Motivação

A motivação para o assassinato de Campos seria sua substituição por Marina Silva, que seria, de acordo com ele, "a George Soros puppet", isto é, uma 'queridinha' do movimento da globalização dirigida e da 'sociedade civil', movimento este financiado pelo bilionário George Soros. Segundo ele, Marina teria mais chances de ser eleita e, uma vez eleita, seria muito mais favorável aos interesses do governo Barack Obama, presidente dos EUA, que o governo atual.


Imagem: Reprodução 

"The plane crash that killed Brazilian presidential candidate Eduardo Campos, who was running in second place behind incumbent President Dilma Rousseff, has severely harmed Rousseff’s chances for re-election. Campos’s successor on the ticket, former Green Party leader Marina Silva, a George Soros puppet, now stands a very good chance of unseating Rousseff in an expected run-off election.", introduziu.

Para Madsen, a 'Terceira Via' é um movimento internacional, utilizado por políticos financiados por George Soros, para se infiltrar em partidos históricos de esquerda. O grupo não veria problemas no assassinato de um de seus membros para promover outro, como seria o caso no Brasil. Na opinião do jornalista, a morte de Eduardo Campos é uma cópia exata do assassinato do primeiro-ministro de Portugal Sá-Carneiro. Neste caso, os beneficiários da ação seriam Marina Silva e seus aliados.

Neste artigo, Madsen não apresentou provas, restringindo-se a especulações e comparações com estudos anteriores e informações a respeito do modus operandi da CIA e de supostos interesses da administração Obama e dos EUA na ocorrência.

Controvérsia e histórico

A despeito de ser colunista dos mais diversos jornais e sites, além de ter sido convidado para os mais variados programas de televisão, o jornalista é visto, também, com ceticismo. Devido aos temas que aborda e em razão, também, da maneira como discorre sobre os mais diversos assuntos de política internacional, chegou a ser classificado, por críticos, como "teórico da conspiração". Wayne alega ter trabalhado, também, para a NSA, quando ocupava o cargo de tenente na US Navy (Marinha dos Estados Unidos).

Em 1999, Wayne foi ouvido, como testemunha, pelo Parlamento Europeu a respeito dos programas de espionagem da NSA, em especial o "ECHELON". Na ocasião, declarou acreditar que a prioridade do programa, destinado a interceptações telefônicas, passou a ser levantar informações relevantes para a economia dos Estados Unidos, com o objetivo favorecer as empresas do país.

Lígia Ferreira
Folha Política

Sem comentários:

Enviar um comentário