segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Posted: 02 Nov 2014 06:02 AM PST
Um gerente de uma grande companhia de transportes revelou exclusivamente ao Infowars que o governo dos EUA ordenou que 250.000 de trajes Hazmat sejam enviados para Dallas, o local do primeiro surto de Ebola nos Estados Unidos.

O gerente da companhia de transportes comprovou suas credenciais ao Infowars, fornecendo uma identificação com foto e enviando um e-mail verificado a partir da conta da empresa, mas deseja permanecer anônimo devido a receios compreensíveis que ele poderia ser demitido por revelar a informação.

“Eu soube que foi pedido que nós enviássemos 250 mil trajes HAZMAT para Dallas, no Texas, pelo Governo dos EUA. Mais uma vez isso está acontecendo hoje, nós estamos movendo esses trajes para o Governo dos EUA em Dallas, no Texas“, afirma o indivíduo, que gerencia os motoristas que trabalham para a empresa de transporte.

A compra de um quarto de milhão de trajes Hazmat a serem enviados para Dallas confirma que as autoridades de saúde ainda estão muito preocupadas com a propagação do Ebola após duas enfermeiras na cidade que cuidaram do paciente zero, Thomas Eric Duncan, contraírem o vírus no início deste mês.


Trajes Hazmat

Em uma entrevista ao programa Alex Jones Show na semana passada, o Doutor James Lawrenzi revelou que a Hospital Corporation of America (HCA), uma operadora privada de serviços de saúde, tinha removido os equipamentos de proteção e trajes Hazmat dos hospitais locais sem substituí-los. Lawrenzi também revelou que os possíveis casos de Ebola não estavam sendo reportados e que os pacientes estavam “desaparecendo” dos hospitais.

Como já relatado anteriormente, a distribuidora de equipamentos de proteção individual, Lakeland Industries, anunciou ontem que havia recebido 1.000.000 pedidos de trajes Hazmat de agências governamentais em todo o mundo, um comunicado de imprensa que levou o preço das ações da empresa a subirem 30 por cento horas depois das negociação.

A Lakeland inicialmente chegou às manchetes em setembro, depois de revelar que tinha recebido um pedido do Departamento de Estado dos EUA para a compra de 160.000 de trajes Hazmat.

Outros órgãos federais, como os Institutos Nacionais de Saúde também estão estocando equipamento de proteção individual (EPI), em antecipação a um “evento de emergência” interrompendo a cadeia de abastecimento em algum momento no futuro. O Infowars também confirmou com inúmeros distribuidores que o governo federal está esgotando o fornecimento de trajes Hazmat e que o estoque está sendo colocado em espera para as “necessidades do governo”.

Via: Infowars e http://verdademundial.com.br/
Posted: 01 Nov 2014 09:06 PM PDT


O papa Francisco havia afirmado, meses atrás, que ateus poderiam ser salvos mesmo não crendo em Deus, se eles seguissem suas consciências na conduta de vida. Dias depois, a Igreja Católica divulgou um comunicado contrariando as declarações de seu pontífice.

Agora, a imprensa mundial volta a noticiar que o papa escreveu uma carta aberta direcionada ao fundador do jornal La Repubblica, Eugenio Scalfari, voltando a afirmar que os não crentes seriam perdoado por Deus, caso seguissem suas consciências.

A iniciativa do papa em escrever foi no sentido de responder uma lista de perguntas feitas e publicadas por Scalfari – que não é católico – em seu jornal.

“Você me pergunta se o Deus dos cristãos perdoa aqueles que não acreditam e que não buscam a fé. Gostaria de começar por dizer – e isso é o fundamental – que a misericórdia de Deus não tem limites, se você for a Ele com um coração sincero e contrito. O problema para aqueles que não acreditam em Deus é obedecer a sua consciência. O pecado, mesmo para aqueles que não têm fé, existe quando as pessoas desobedecem a sua consciência”, escreveu o papa Francisco.

A tréplica de Scalfari foi, em síntese, um único comentário de elogio ao papa: “Mais uma prova de sua capacidade e vontade de superar os obstáculos no diálogo com todos”, afirmou, referindo-se à postura de humildade do pontífice.

Robert Mickens, correspondente no Vaticano do jornal católico The Tablet, afirmou que o discurso do papa é uma tentativa de transformar a imagem da Igreja Católica, que é estigmatizada e vista como conservadora extrema. “Francisco é um conservador. Mas isso tudo significa que ele tenta ter um diálogo mais significativo com o mundo”, afirmou Mickens, em entrevista ao jornal The Independent.


Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Via: ocorreiodedeus.com.br
Posted: 01 Nov 2014 07:46 PM PDT


Hoje depois do meu trabalho, tive a oportunidade de conferir a manifestação que houve em prol do Impeachment da Dilma. Gostei muito da sinceridade que vi nas pessoas. 

* (1) Marcos Paulo com Paulo Batista (campanha do Raio Privatizador) e (2) com Eduardo Bolsonaro (filho de Jair Bolsonaro), (3) gravando vídeo, (4) com a pacífica tropa de choque - Créditos: Jackeline Garparini

Nesta tarde, houve dois protestos em São Paulo. Um deles reuniu, segundo a PM, pelo menos 2.500 pessoas na Avenida Paulista — e não mil, como está no UOL. A outra, uns 200, no Largo da Batata. Ambas foram convocadas pelo Facebook. O primeiro cobra uma auditoria na eleição presidencial de 2014 e pede o impeachment de Dilma; a segunda, pela enésima vez, culpa o governador Geraldo Alckmin pela crise hídrica em São Paulo. Não funcionou no primeiro turno, não funcionou no segundo turno, tenta-se agora o terceiro turno. Não está funcionando de novo… Mas sigamos.

A esmagadora maioria das pessoas que se manifestavam na Avenida Paulista cobrava a auditoria e defendia o impeachment de Dilma na suposição de que ela conhecida a roubalheira na Petrobras, conforme afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público o doleiro Alberto Youssef. Nem é necessário demonstrar — mas, se for preciso, demonstro com facilidade — que a imprensa paulistana trata com simpatia todos os protestos das esquerdas, as marchas em favor da maconha e até os black blocs. Alguns de seus defensores são alçados à condição de intelectuais. Já um protesto que não é organizado por “progressistas”, bem, aí cumpre ridicularizar as pessoas, transformá-las numa caricatura, enxovalhá-las, reduzi-las à condição de golpistas.

Vamos lá: a esmagadora maioria dos cartazes da Paulista trata de uma suposta fraude na eleição, pede a auditoria na eleição e defende o impeachment (dada aquela suposição, claro!, que tem de ser comprovada). Um senhor, no entanto — e ainda que houvesse 10, 20 ou 100 —, pede uma intervenção militar. A prova de que é “avis rara” no protesto é que foi, ora vejam!, entrevistado pela Folha e pelo Estadão, que, milagrosamente, publicam quase a mesma matéria, com diferenças que estão apenas no detalhe. Seu nome é Sérgio Salgi, tem 46 anos e é investigador de polícia. E por que ele foi achado pelos repórteres dos dois jornais? Porque carregava um cartaz “SOS Forças Armadas”. Bastou esse cartaz para que a Folha Online desse o seguinte título: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção militar”. Se algum maluco estivesse na passeata cobrando ajuda aos marcianos, o título poderia ser: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção dos ETs”.

Não é a primeira vez que isso acontece. Em 2007, embora fossem outras as circunstâncias, surgiu o “Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros”, que ficou conhecido como “Cansei”. Seus promotores foram impiedosamente ridicularizados pela imprensa e por personalidades púbicas a serviço do PT. Foram tachados de representantes da “elite branca”. A notícia do mensalão tinha menos de dois anos, o escândalo dos aloprados, menos de um, mas uma simples manifestação de protesto foi tratada como coisa de golpistas.

O Globo Online também noticia o protesto em São Paulo. O repórter não entrevistou o policial Sérgio Salgi, mas encontrou outra maneira de enxovalhar os que protestavam. Transcrevo: “O protesto reúne muitas senhoras de guarda-chuva, em razão do sol forte. Algumas levaram seus cachorrinhos de estimação para o protesto”.

Manifestações das esquerdas, como vocês sabem, contam com uma palavra que a imprensa adora: “ativistas” — não sei o que é isso; deve-se ser o oposto complementar dos “passivistas”… Já um ato que é inequivocamente caracterizado como “de direita”, bem, esse conta com “senhoras de guarda-chuva”… Sabem como são as dondocas: não querem se pelar ao sol. Entre as 2.500 pessoas, contavam-se nos dedos os tais guarda-chuvas. Ah, claro! Elas também levavam seus cachorrinhos, entendem? É evidente que o destaque dado a esses lateralidades busca desmoralizar o protesto.

O cantor e compositor Lobão se manifestou em favor da recontagem dos votos e disse o óbvio: não se tratava de um movimento em favor da volta do regime militar.

Boçalidades
Não que boçalidades reais, de fato, não tenham sido ditas. Foram. A ser verdade o que relatam Estadão, Folha e Globo, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-RJ), filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), afirmou o seguinte:
“Ele [seu pai] teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato esse ano. Ele tem vontade de ser candidato mesmo que tenha de mudar de partido”. E emendou: “Dizia na minha campanha: voto no Marcola, mas não em Dilma. Pelo menos ele tem palavra”.

A ser isso mesmo, trata-se de uma notável coleção de bobagens. Evidentemente, o “fuzilado” de sua fala é uma metáfora. Mas quem se importa? Quando fala em votar até “em Marcola”, procura deixar claro o quanto repudia Dilma, não seu apreço pelo bandido. Mas quem se importa? Quem não quer que seu discurso seja confundido não fala essas tolices. O ânimo para transformar os manifestantes em golpistas já é evidente. Quando se oferece o pretexto, tudo fica mais fácil.

No Brasil, é permitido marchar em favor da maconha. A venda e o consumo de maconha são ilegais. Manifestantes são tratados como bibelôs.

No Brasil, é permitido marchar em favor do aborto. O aborto, com as exceções conhecidas, é ilegal. Manifestantes são tratados como pensadores.

No Brasil, é permitido marchar em favor de corruptos condenados pelo Supremo. Manifestantes são tratados como ideólogos.

No Brasil, é permitido marchar em favor da recontagem dos votos e, sim, em favor do impeachment. O Artigo 5º da Constituição garante tudo isso. Não obstante, manifestantes são tratados como pessoas ridículas e golpistas.

Nota final, que traduz um sequestro moral: os esquerdistas, sempre adulados pelos jornalistas, querem controle social da mídia e mecanismos de censura, ainda que oblíquos.

Mas que isto também fique claro: os que estão decididos a dizer “não” terão de enfrentar, inclusive, as brigadas da desqualificação da imprensa, que sempre ficam muito satisfeitas quando alguém como Eduardo Bolsonaro fala aquelas besteiras. Fica parecendo que elas têm razão.

Texto: Reinaldo Azevedo

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