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09 Dec 2014 06:18 PM PST
Um dos efeitos mais diretos e imediatos da recente alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias — que, na prática, se traduz em déficits maiores — poderá ser observado na inflação de preços. Dado que os déficits no orçamento do governo (sejam eles primário ou nominal) são financiados pela emissão de títulos do Tesouro, e dado que esses títulos do Tesouro são majoritariamente comprados pelos bancos por meio da criação de dinheiro, temos que os déficits do governo são uma medida inerentemente inflacionária. Será difícil reduzir a atual inflação de preços se o governo não equilibrar seu orçamento. No entanto, os déficits possuem outro efeito pernicioso, de cunho ético, e que é pouco discutido. Uma vez que um déficit orçamentário gera um aumento da dívida pública, e dado que essa dívida pública terá de ser arcada pelas gerações futuras (via juros e amortizações), fica a pergunta: qual a moralidade de legar para as gerações futuras o fardo dessa dívida? Um endividamento gera benefícios presentes, mas ônus futuros. O governo, ao se endividar hoje e legar a fatura para as gerações futuras, está simplesmente beneficiando a si próprio e a seus grupos favoritos (funcionários públicos e grandes empresários ligados ao regime) à custa do bem-estar de toda uma geração futura (você próprio quando estiver mais velho, seus filhos e seus netos). Qual é a moralidade desse arranjo? _________________________________________ Paul Krugman e outros defensores do aumento dos gastos governamentais alegaram recentemente que comparar a dívida do governo à dívida de um indivíduo ou de uma empresa é errado. Ao contrário dos moralistas, que não querem aumentar as dívidas a serem pagas pelas gerações futuras, Krugman e seus aliados alegam que a dívida governamental per se não representa nenhum fardo para as gerações futuras como um todo. Afinal, nossos descendentes irão "dever para eles próprios" — ao menos se desconsiderarmos a dívida externa, é claro. Sendo assim, quaisquer impostos que forem aumentados ou criados para pagar o serviço desta dívida (juros e amortizações) irão simplesmente fluir para os bolsos daqueles cidadãos que estiverem de posse dos títulos da dívida. Com isso, Krugman argumenta que a "dívida nacional" não é apenas um passivo, mas também um ativo. Quanto maior a dívida, portanto, mais rico o país. Um argumento que já seria o bastante para encerrar esta discussão é o fato de que, quanto maior a dívida, maiores os gastos do governo apenas com os juros desta dívida. E maiores ainda serão os gastos para amortizar os títulos vincendos. Isto faria com que uma enorme fatia dos impostos arrecadados fosse utilizada apenas para pagar encargos da dívida. Tal situação equivaleria a uma maciça transferência de renda de pagadores de impostos para portadores de títulos. Alguns iriam ganhar, outros iriam perder. Como sempre disse Murray Rothbard, a frase "nós devemos a nós mesmos" possui profundas implicações: tudo depende de se você faz parte do "nós" ou do "nós mesmos". Mas há outros problemas também. Um deles é que tal ponto de vista krugmaniano ignora o fato de que déficits do governo retiram recursos do setor produtivo, desviando-os para ineficientes gastos estatais. Quando o governo incorre em déficits e emite títulos para financiar estes déficits, tais títulos, embora sejam comprados majoritariamente por bancos, também são comprados por empresas ou por indivíduos que, caso contrário, poderiam estar aplicando seu capital em investimentos produtivos. Empresas e indivíduos, que poderiam direcionar seu dinheiro para atividades mais produtivas, preferem direcioná-lo para a compra de títulos do governo, desta maneira privando a economia de um capital que poderia ser investido em atividades que aumentariam a oferta de bens e serviços em toda a economia. Ou seja, quando o governo vende títulos, ele faz com que aquele dinheiro que de outra maneira estaria indo para investimentos privados seja canalizado para o financiamento da máquina burocrática. Desta forma, déficits governamentais retiram recursos de investimentos privados e os desviam para gastos escolhidos de acordo com politicagem. Déficits, portanto, fazem com que as gerações futuras tenham à sua disposição uma menor oferta de tratores, escavadeiras, máquinas, ferramentas e outros equipamentos, reduzindo assim sua capacidade de produzir mais bens. Consequentemente, estas futuras gerações estarão potencialmente mais pobres. Além deste efeito negativo sobre o investimento físico em bens de capital, o economista James Buchanan demonstrou que há outra maneira de mostrar como os atuais déficits orçamentários de um governo podem empobrecer as gerações futuras. Uma vez que entendemos que "a nação" é composta por diferentes indivíduos que surgem em vários pontos distintos do espaço e do tempo, que vivem durante períodos de tempo variáveis e não homogêneos, e então morrem, dizer que "nós devemos para nós mesmos" é uma completa falácia. Repetindo, Buchanan aponta para um efeito que vai muito além do fato de que os déficits governamentais de hoje tendem a reduzir o investimento privado. Mesmo se supuséssemos que todo o déficit governamental atual fosse pago por meio de uma redução no consumo privado — de modo que estaríamos deixando para as futuras gerações o mesmo estoque de bens de capital —, ainda assim nossos descendentes (como um todo) estariam em pior situação (relativamente mais pobres, ou menos ricos do que poderiam) em decorrência desta política de déficits. Para entender como isto funciona, imagine que o governo atual — isto é, no ano de 2015 — anuncie que irá gastar $100 bilhões dando uma festa de arromba. Tudo o mais constante, as pessoas vivas em 2015 irão adorar este surto maciço de consumo. No entanto, se o governo impusesse tributos sobre as pessoas em 2015 para pagar por esta festa, elas certamente iriam se revoltar. E nenhum governo quer isso. Muito mais confortável é apenas emitir títulos da dívida, que serão voluntariamente comprados por algumas pessoas no presente, e jogar o fardo do pagamento dos juros e do principal para as gerações futuras. Mais especificamente, suponha que o governo, em vez de elevar impostos, emita títulos que irão vencer daqui a cem anos, e os quais serão vendidos agora àquelas pessoas que oferecerem os melhores preços de compra. Supondo que os investidores confiem no governo e que a taxa de juros nominal de longo prazo seja acordada em 4,7%, o governo irá então emitir uma nota oficial com a seguinte declaração: "No ano de 2115, o governo irá fazer uma contagem de quantos pagadores de impostos existem no país. Ato contínuo, o governo irá tributar cada um destes x cidadãos com um imposto per capita de $10 trilhões/x. Esta receita tributária de $10 trilhões assim coletada será entregue a todas as pessoas que porventura estejam de posse deste pedaço de papel naquele momento." O valor de $10 trilhões nada mais é do que $100 bilhões com juros de 4,7% ao ano durante cem anos. Neste exemplo, a dívida será quitada — juros e principal — de uma só vez em 2115. Ou seja, o governo em 2015 irá levantar, via emissão de dívida, $100 bilhões — o valor presente descontado do pagamento de $10 trilhões que só irá ocorrer daqui a cem anos — e com isso pagar por sua festança. Neste cenário, um leigo estaria correto em dizer que a atual geração fez a sua farra e jogou toda a conta para os infelizes cidadãos de 2115. Os pagadores de impostos em 2115 terão de entregar $10 trilhões para alguns de seus concidadãos. No entanto, esta observação ainda não encerra por completo a análise. O motivo é que aquelas pessoas que em 2115 estiverem em posse dos títulos da dívida, e que portanto estarão recebendo os $10 trilhões, não irão receber este dinheiro de graça. Ao contrário, tais pessoas compraram estes títulos alguns anos atrás e pagaram por eles o valor presente descontado de $10 trilhões. Portanto, quando fazemos a contabilidade corretamente, entendemos que, além de os pagadores de impostos em 2115 serem claramente prejudicados (afinal, terão de pagar $10 trilhões em impostos), esta sua perda não se traduz em um ganho idêntico para os portadores dos títulos. É por isso que esta geração como um todo estará mais pobre em decorrência da festança que as pessoas de 2015 deram. Esta conclusão crítica merece ser enfatizada. Considere um indivíduo que está de posse de um dos títulos da dívida (cujo valor de face é de $1.000) em 2115. Talvez esta pessoa tenha comprado este título de outra pessoa no ano anterior (em 2114) por $955. Ao receber os $1.000, ela estará auferindo juros de 4,7%. Os $1.000 que ele receber em 2115 não irão constituir um ganho líquido para esta pessoa, pois a maior fatia destes $1.000 — isto é, os $955 — será apenas a devolução do principal que ele pagou no ano anterior. O real benefício para esta pessoa em toda esta operação seria ela receber uma taxa de juros mais alta do que a que ele receberia caso emprestasse seus $955 para o setor privado. Portanto, esta pessoa poderia considerar que toda esta operação de tributar-e-distribuir em 2115 lhe valeu, por exemplo, apenas $5. É a este benefício líquido de $5 (aproximadamente) para o portador do título que os $1.000 em impostos coletados deve ser contrastado. Em outras palavras, o pagador de impostos individual (responsável por um décimo-bilionésimo da fatura de $10 trilhões) ficará com $1.000 a menos, ao passo que o portador do título para quem o dinheiro é transferido irá ganhar apenas $5. Agora, se nos concentrarmos em um outro portador de título — por exemplo, alguém que tenha comprado o título no ano de 2085 —, então seu ganho seria maior do que $5, pois ele auferiu taxas de juros acima das de mercado por um período mais longo. Ainda assim, a única maneira de uma perda de $1.000 para um pagador de impostos ser identicamente contrabalançada por um ganho de $1.000 para um portador de título seria se este portador houvesse adquirido o título gratuitamente. Isto poderia acontecer com crianças que herdam títulos de seus pais. Mas é só. Qualquer outra pessoa que utilize dinheiro próprio para adquirir uma fatia daquele enorme título de $10 trilhões não irá obter ganhos idênticos às perdas dos pagadores de impostos. Seu ganho será muito menor. Logo, o grupo "pessoas vivas em 2115" estará coletivamente mais pobre em decorrência deste esquema. Por outro lado, consideremos a geração original, aquele que deu a festança. Sim, houve investidores em 2015 que tiveram de reduzir seus gastos em um total de $100 bilhões em decorrência de terem comprado os títulos emitidos pelo governo. Porém, à medida que o tempo foi passando, eles poderiam ter vendido seus títulos (um ativo financeiro) para investidores mais jovens, e utilizar os fundos assim conseguidos para financiar suas aposentadorias. Assim, os investidores de 2015, se considerarmos sua renda vitalícia, de fato não perderam nada com este negócio, o qual foi totalmente voluntário para eles. Para resumir: em 2015, várias pessoas vivas ganharam e ninguém perdeu, ao passo que, em 2115, as pessoas vivas sofreram perdas que sobrepujaram os ganhos totais. E isto é verdade mesmo se considerando que, em 2115, "as pessoas deviam $10 trilhões para elas mesmas". Déficits orçamentários nada mais são do que um enorme esquema de roubo que ocorre ao longo do tempo por meio do mercado financeiro e de títulos do governo. Déficits orçamentários permitem que os cidadãos de hoje financiem benesses governamentais jogando a conta para gerações futuras, as quais não têm nenhum poder de influência nas decisões políticas atuais. Via: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1266 |
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09 Dec 2014 04:39 PM PST
O Parlamento de Israel votou na noite desta segunda-feira (8) a dissolução da atual legislatura e convocou novas eleições para o próximo dia 17 de março. A medida é reflexo da demissão de dois ministros, Yair Lapid (Finanças) e Tzipi Livni (Justiça), pelo premier Benjamin Netanyahu. Ambos haviam criticado duramente o governo, acusando-o de extremismo. Com isso, o primeiro-ministro decidiu dissolver o Congresso e convocar um novo pleito. O objetivo é fazer com que o vencedor receba um "claro mandato do povo israelense". A votação no Parlamento foi o último passo formal para encerrar a atual legislatura e o terceiro mandato de Netanyahu, que durou pouco mais de um ano e meio.
Via: Terra
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09 Dec 2014 03:53 PM PST
![]() Cientistas chineses correm contra o tempo para tentar evitar um possível choque do asteroide Apophis com a Terra em 2036. O projeto, de dimensões gigantescas, visa pousar uma sonda no corpo celestial para desviar sua trajetória. Os especialistas querem diminuir a zero um risco que hoje é de 1 em 12 milhões. Trabalhando a todo vapor no projeto, a Academia de Ciências da China tenta criar uma sonda caçadora de asteroides, que pousaria na superfície de Apophis em 2029. O corpo celestial gigante tem 325 metros de diâmetro e pesa nada menos do que 46 milhões de toneladas. “Se conseguirmos pousar nossa sonda no asteroide, isso permitirá que os engenheiros e cientistas tomem medidas para mudar sua rota. Assim poderíamos dizer que qualquer risco de colisão será evitado", afirma Ji Janghui, professor do Observatório Montanha Púrpura. O processo de utilização da sonda, caso ela seja criada, já é certo. Após aterrizar na superfície do Apophis, ela iria perfurá-lo e coletar amostra de seu solo, que seria essenciais para o desvio. Apesar dos riscos baixos de colisão, cientistas estimam que um possível choque do asteroide com a Terra teria efeito de 100 mil bombas atômicas.
Via: https://br.noticias.yahoo.com
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09 Dec 2014 03:43 PM PST
Ah… a Suécia!!! O país de lindas montanhas de picos nevados, que possui a 4ª economia mais competitiva do mundo. Lá, todas as crianças de 1 a 5 anos têm lugar garantido nas creches públicas gratuitas; os cidadãos têm acesso a educação e saúde de alto padrão. A imagem consagrada da Suécia é de um modelo de harmonia e justiça social. O que muitos desconhecem é que o grande bem-estar social contrasta com a degeneração das mais básicas noções de moral e dignidade humana. O Estado dá muito, mas cobra um altíssimo preço, e não é só em impostos: ele domina a alma e a vida dos suecos, especialmente das crianças e jovens. Não por acaso, a Suécia é um dos países menos religiosos do mundo, e com maior número de ateus. Apenas 23% da população crê em Deus. 53% creem em algum tipo de espírito ou “força vital”. 23% são ateus. Fonte: pesquisa realizada por um instituto da Comissão Europeia, 2005. A Suécia é a prova de que o mundo sem religião cantado por John Lennon em “Imagine” é um hospício. A família fragilizada A taxa de casamentos entre os suecos é uma das mais baixas do mundo, e o país é campeão em divórcios. E, apesar dos incentivos do governo – um dos pais pode ficar em casa por até um ano, recebendo 80% do salário – a Suécia é um dos países com menor taxa de natalidade. São comuns os casais que não desejam ter filho algum. Enquanto isso, a população muçulmana no país DOBROU nos últimos 14 anos, e chegará a 10% em 2030.Nesse cenário, não é demais prever que, em menos de 100 anos, a Suécia será uma nação islâmica. Tanta aversão a ter filhos talvez seja compreensível. Afinal, é o Estado sueco, e não as famílias, quem determina como devem ser educados e que valores devem ter. Um pai que discuta em voz alta com o filho pode ser alvo de denúncia criminal. “…a maioria de nós não foi criada pelos nossos pais sob qualquer aspecto. Fomos criados pelas autoridades das creches estatais no período da infância; então fomos empurrados para as escolas públicas, depois para escolas secundárias públicas e universidades públicas. - Per Bylund, cidadão sueco. Fonte: Instituto Mises Brasil Uma menor de idade que deseje abortar, por qualquer motivo que seja, pode fazer isso sem que seus pais autorizem ou fiquem sabendo, até a 18ª semana. Os menores também têm livre acesso a acessórios para masturbação, vendidos nas farmácias. Em 2010, um casal sueco ficou nove meses na cadeia e teve que pagar uma multa equivalente a 10 mil dólares após confessar que a educação de seus filhos incluía palmadas (sem espancamento, é bom notar). O tribunal reconheceu em seus documentos que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos” mas, ainda assim, o casal foi condenado e os filhos enviados a um orfanato. Vejam que maravilha, que país “avançado”: o governo trata como monstros os pais que disciplinam os filhos com palmadas, mas permite que gente depravada se masturbe em lugares públicos. TÁ SERTO! Não há mais homem e mulher, e sim “gêneros” Meninos são do sexo masculino e meninas são do sexo feminino. Esse dado básico, que qualquer criança de três anos do mundo entende com clareza, está se esfacelando na Suécia. Lá, domina a ideologia de gênero, que nega que a pessoa nasça com determinada identidade sexual; segundo essa filosofia, não é a natureza, mas sim cada qual é que decide qual é o seu “gênero”. O Estado prega que as crianças devem ser tratadas como criaturas de “gênero neutro”, mas, na prática, muitos meninos são estimulados a se afeminarem, e as meninas são motivadas a mensosprezar as tarefas ligadas à maternidade. Essa ideologia, cujo erro foi denunciado pela Igreja durante o papado de Bento XVI, é introduzida na mente das crianças suecas desde bem pequenas. E já tem político querendo proibir, por lei, que os homens urinem em pé.Deverão urinar sentados, para se igualar às mulheres. A proposta ainda será avaliada pelo conselho regional. Igreja luterana “vida loka” Em 1527, o rei e os príncipes da Suécia aderiram à reforma protestante, e os bens da Igreja Católica foram confiscados. Os católicos liberais e o pessoal da Teologia da Libertação sonham (em vão) que a Igreja Católica se enquadrará um dia nos moldes da igreja luterana sueca: os líderes eclesiásticos são eleitos democraticamente pelos membros da igreja, mulheres recebem a ordenação sacerdotal e episcopal e o “casamento” gay é permitido. Desespero, solidão e suicídio O país foi o primeiro a liberar a venda e uso de todas as drogas, e o resultado foi desastroso: dispararam os índices de criminalidade e suicídio. Por isso, o governo reviu a legislação, e hoje a Suécia reprime fortemente o tráfico e o uso de drogas. Mas as drogas não explicam, isoladamente, o problema do suicídio. Em um país onde pessoas são levadas a negar noções humanas elementares sobre o sexo, sobre Deus e a família, não surpreende que o número de pessoas psicologicamente atormentadas seja altíssimo. Em 2009, o suicídio era a causa mais comum de morte na Suécia, no grupo de pessoas entre 15 e 44 anos de idade. Desde os anos 1980, o número de mortes por suicídio diminuiu bastante. Por outro lado, nos últimos anos, astentativas de suicídio aumentaram drasticamente entre os jovens (de 15 a 24 anos). Como se explica isso? Vou dar meu palpite: muitos jovens não querem se matar de fato, mas se intoxicam com remédios ou ameaçam se tacar de alguma ponte pra fazerem notar a sua dor; é como um grito tresloucado por ajuda, por salvação. Islamização Em Malmo, terceira maior cidade da Suécia, os judeus nem mesmo podem andar nas ruas tranquilos, pois têm medo de serem espancados pelos muçulmanos, que vivem em grande número na cidade. E a polícia pouco faz para protegê-los. Devido a isso, muitos judeus já deixaram Malmo, que se transformou numa cidade antissemita (Fontes: The Washington Times e CBN News). Deus queira que o povo sueco perceba, a tempo, a tragédia moral e espiritual em que está afundando. Se não reagir e mudar esta triste rota, estará destinado a desaparecer, alienado pela escravidão de suas falsas liberdades e, finalmente, esmagado pelo islã. Fonte: O catequista http://ocatequista.com.br/archives/11034 |
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09 Dec 2014 03:30 PM PST
Assim
como na Europa, eles estão começando a fazer sua Jihad aqui também, no
Brasil...
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
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