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11 Dec 2014 06:36 PM PST
Uma mensagem simples e direta: Nesta época, quem controla a sua vida? Muito calor, consumismo, e papagaios de pirata... Dê um Fav + Like Inscreva-se no Canal! |
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11 Dec 2014 05:25 PM PST
Mesmo com tantas histórias contraditórias sobre os direitos humanos na Coreia do Norte, ainda há aquelas que não deixam de surpreender. Segundo o desertor Ji Seong-ho, que perdeu a perna na adolescência e hoje escreve um livro sobre a situação dos deficientes físicos e mentais no país, o regime Kim faz uma "limpeza" deles, fazendo experimentos químicos e biológicos — e executando-os. Segundo Ji, em entrevista ao "Telegraph", apenas quando ainda morava na Coreia do Norte, viu deficientes serem levados de suas famílias. Ele afirma que também ouviu de outros desertores que pessoas com nanismo eram levadas a uma localidade isolada na província de Ryanggang. "O regime proclama que não há deficientes sob o governo dos Kim, e que 'todo mundo está vivendo bem e em igualdade. Enquanto esta propaganda acontece, crianças deficientes são levadas embora, sofrendo coisas indescritíveis e morrendo", disse. Além da ONU, que já havia relatado receber episódios de experimentos médicos em pessoas com deficiências, a Aliança dos Cidadãos da Coreia do Norte pelos Direitos Humanos ressaltou as denúncias. Em um estudo, concluíram que 40% dos desertores afirmavam acreditar que crianças deficientes eram mortas ou abandonadas, e 43% disseram saber de locais isolados para onde eram mandadas. De acordo com o "Telegraph", desertores afirmaram saber desde 1984 de um hospital onde pessoas com deficiências eram levadas para teste como dissecamento de membros e testes com armas biológicas e químicas. "A Coreia do Norte diz respeitar deficientes e até levou atletas para os Jogos Paralímpicos, mas é tudo fachada. A realidade é horrível. Na escassez de alimentos da década de 90, os deficientes não recebiam rações de alimentos porque não eram produtivos para a sociedade. Algo como 80% deles morreu na época." Ji perdeu a perna e a mão esquerda aos 14 anos, após ser atingido por um trem quando desmaiou em meio a uma extração de carvão. Ele teve os membros amputados sem anestesia. Em 2000, ele foi preso no país após ter sido liberado para atravessar a fronteira e pedir comida. Decidiu escapar de vez em 2006, indo então para a Coreia do Sul e levando posteriormente a mãe e os irmãos a fugirem para Seul. O pai foi preso e morreu sob tortura. Via: O Globo |
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11 Dec 2014 01:58 PM PST
O Gupo Estado Islâmico (EI) postou nesta terça-feira fotografias mostrando jihadistas jogando de cima de um imóvel um homem acusado de ser homossexual e que, em seguida, é apedrejado até a morte. "O tribunal islâmico de tribunal de wilaya (região) de Al-Furat decidiu que um homem que praticava sodomia deveria ser jogado do ponto mais alto da cidade, e depois apedrejado até a morte", indica um comunicado postado com imagens em fóruns jihadistas. Uma das fotos mostra um homem sendo empurrado para o vazio de cima do telhado de um edifício de dois andares em uma localidade não especificada. Outra mostra um homem caído ao chão. No final de novembro, o EI apedrejou dois rapazes acusados de homossexualidade na província de Deir Ezzor, no leste da Síria.
Via: Terra
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11 Dec 2014 12:13 PM PST
Por Julio Severo
A Igreja da Alemanha, em sua grande parte, não compreendeu que a opção
eleitoral entre comunistas e Hitler não era escolher um, mas recorrer a Deus num
arrependimento nacional. Nem os comunistas nem Hitler era solução. Só Deus
era.
A Igreja da Alemanha também não compreendeu que precisava assumir uma postura forte contra a propaganda antijudaica de Hitler, que pintava os judeus como ‘conspiradores’ comunistas, inclusive usando opiniões expressas de Martinho Lutero contra os judeus. O desespero anticomunista levou à tragédia hitleriana e ao Holocausto. A solução acabou ficando pior do que o problema. Não havia solução política eleitoral. Só um arrependimento nacional poderia ajudar. Para Hitler, que era antijudeu, ficou fácil ele e seu radicalismo serem uma opção anticomunista para a direita alemã. A União Soviética, que estava espalhando seu comunismo ao mundo, tinha judeus em elevados postos em seu governo e no temível Exército Vermelho. O papel dos judeus no comunismo soviético só fortalecia a propaganda nazista contra “conspirações judaicas.” Para Hitler, combater o comunismo soviético equivalia a combater os judeus e vice-versa. A presença forte dos judeus no governo e sustentação da União Soviética era prova de que os judeus eram tão falíveis quanto os luteranos alemães. Se a escolha humana dos luteranos alemães era entre Hitler e os comunistas soviéticos, a escolha dos milhares de judeus russos era entre o governo do czar, que os perseguia violentamente, ou apoiar revoluções marxistas violentas que derrubariam o czar e instaurariam um governo que desse liberdade igual aos judeus. De fato, nas primeiras décadas o regime soviético deteve as perseguições aos judeus e lhes deu oportunidades iguais de emprego e direitos. Embora a situação dos judeus tivesse melhorado muito, o regime soviético não era a solução política de Deus para eles e para a Rússia. Só Deus era a verdadeira solução, mas a Igreja da Rússia não tinha visão para ver a importância da questão da perseguição aos judeus. Não era necessário se criar uma União Soviética para proteger os judeus e seus direitos. Tudo o que era necessário era a Igreja compreender seu papel e agir, chamando a nação ao arrependimento. A Igreja na Rússia não socorreu os judeus, e o desespero levou os judeus a optar pela “solução” comunista soviética. A solução acabou ficando pior do que o problema. Não havia solução política. Só um arrependimento nacional poderia ajudar. No Brasil, não é diferente. Na última eleição presidencial, havia duas opções políticas. Um dos partidos ameaçava estabelecer os infames conselhos populares, que seguem o modelo soviético. O outro partido, que aparentava ser oposição para quem queria ser enganado, acabou criando, no seu maior reduto político do Brasil — o Estado de São Paulo —, os mesmos conselhos populares socialistas. Pior: a agenda homossexual tirânica socialista avançou nesse reduto sem quase nenhuma oposição. Socialismo engomadinho de um lado e socialismo metalúrgico do outro. Não havia solução política eleitoral. Só um arrependimento nacional poderia ajudar. Até mesmo os que diziam crer em visões, profecias e arrependimento caíram no redemoinho político, apoiando como “solução para o Brasil” um candidato socialista verde que acreditavam ser credenciado pelo fato de que escapou de um acidente de avião — fato interpretado por eles como “sinal de Deus.” Sinal de Deus? O fato de uma pessoa ter escapado de um acidente é evidência suficiente de que ela é uma escolhida de Deus e tem um chamado político de Deus? Houve 27 tentativas de assassinar Adolf Hitler, que — recordemos — tinha apoio de muitos católicos e luteranos. Havia exceções. O Rev. Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano, participou de movimentos que visavam matar Hitler. Os movimentos fracassaram e Bonhoeffer acabou num campo de concentração, sendo torturado e morto. O corajoso coronel católico Claus von Stauffenberg tentou matar Hitler várias vezes. Num voo com Hitler, ele estava com uma bomba, para se matar e levar junto o ditador nazista. Mas a bomba não acionou. Na última tentativa, no quartel-general “Toca do Lobo,” a bomba funcionou, matando vários militares de alta patente. Mas Hitler saiu vivo, e condenou a torturas e morte Stauffenberg e seus colaboradores. Hitler via sua sobrevivência aos vários atentados como ‘milagres’ e ‘evidência’ de que havia um plano e chamado maior para a vida dele. Hitler experimentou 27 desses ‘sinais’ e ‘milagres,’ mas nunca houve nenhum plano ou chamado de Deus realizado na vida dele. No caso brasileiro, os ‘profetas’ achavam que tinham a mesma abundância de ‘sinais’ e ‘milagres.’ Mas suas profecias de ‘solução’ não se cumpriram. Só um genuíno arrependimento nacional poderia ajudar. E agora? O desespero chegou a tal ponto que alguns direitistas chegaram a recorrer ao Obama. De ameaça socialista para os EUA, Obama passou para ‘solução’ contra o governo socialista do Brasil! O mesmo desespero político, que deixou cegos os luteranos da Alemanha e os judeus da Rússia, cegou muitos brasileiros. Com documentos que o governo de Obama entregou ao governo de Dilma, a Comissão Nacional da ‘Verdade’ pôde concluir com significativa rapidez seus ‘trabalhos,’ incriminando os militares e inocentando os criminosos comunistas. Não havia esperança política em Obama. Só um genuíno arrependimento nacional poderia ajudar. Os militares poderiam ser a única solução? É inegável a importância deles na década de 1960 salvando o Brasil de uma ameaça comunista. Mas, excetuando esse papel fundamental, eles não representaram em outros aspectos um governo ideal. Em 1979, no governo militar de Ernesto Geisel, o Brasil abriu as portas para uma representação oficial da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Brasília. Foi a primeira vez em sua história que o Brasil deu apoio ao terrorismo islâmico, um ato que deveria chocar todo brasileiro decente. O Brasil sob governo militar tem também um histórico de votações hostis a Israel na ONU. O motivo é simples: a indústria militar brasileira tinha um mercado próspero em países muçulmanos do Oriente Médio. O Brasil fornecia material bélico para as guerras e lutas islâmicas daquela região. Para agradar a esses clientes instáveis e raivosos, os militares brasileiros precisavam desagradar Israel, inclusive permitindo em Brasília um escritório da OLP, organização terrorista muçulmana responsável pelo massacre de muitos homens, mulheres e crianças de Israel. Essa não foi a primeira vez que os militares brasileiros erraram. Dom Pedro II, que foi o governante brasileiro que mais respeitou os judeus, foi derrubado pelos militares. Podemos então louvar os militares por terem livrado o Brasil da ameaça comunista. Mas no que eles erraram contra os judeus, eles não merecem nenhum louvor. Mesmo assim, desesperados, muitos brasileiros preferem uma solução militar. Outros, no mesmo desespero, apelam para o socialismo engomadinho ou verde ou qualquer outra coisa que lhes sirva de tábua de salvação. Qual é então a solução para o desespero político de milhões de brasileiros? Pergunte aos judeus da Rússia, que fizeram sua solução política contra as perseguições antijudaicas: A União Soviética. Pergunte aos luteranos e católicos da Alemanha, que fizeram sua solução política contra a ameaça comunista soviética e a ‘ameaça’ judaica: Adolf Hitler. O desespero político pode levar a soluções políticas que resultam em tragédias. Provas históricas não faltam. Mas o arrependimento traz a visitação de Deus.
Só um genuíno arrependimento nacional pode abrir o Brasil para o Deus que
salva em todas as áreas — inclusive política.
Fonte: www.juliosevero.com |
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11 Dec 2014 10:29 AM PST
O
presidente Vladimir Putin acusou Israel e os Estados Unidos pela formação do
Estado islâmico, a fim de prejudicar os interesses de Moscou no Oriente
Médio.
Em entrevista à televisão estatal iraniana, Alexander Prokhanov disse que agentes do Mossad estavam treinando combatentes ISIS na Síria e no Iraque. "ISIS é uma ferramenta nas mãos dos Estados Unidos. Eles dizem que os europeus que se nós (os americanos) não intervirem, ISIS vai prejudicá-lo", disse à Press TV. "Eles lançaram seu primeiro ataque de terror contra nós apenas alguns dias de volta na Chechênia", disse ele. Homens armados atacaram um posto policial e invadiram um prédio na quinta-feirapassada em Grozny, capital da província do sul da Rússia da Chechênia, matando 10 policiais em confrontos em que 10 dos agressores também foram mortos. Os combates mais sangrentos na Chechénia em meses eclodiram poucas horas antes de o presidente Vladimir Putin fazer um discurso em Moscou, ele iria defender a Rússiacontra o que ele chamou de tentativas de desmembrá-la. O ataque sublinhou a frágil situação de segurança na Chechénia mais de uma décadadepois de Putin enviou tropas para sufocar uma rebelião separatista islâmica lá. Dez policiais e 10 supostos militantes foram mortos, o Comitê Nacional Anti-terrorismo da Rússia (NAK) disse, acrescentando que outros 28 agentes da lei havia sido ferido. No entanto, Putin elogiou o líder do Kremlin apoiado da Chechênia, Ramzan Kadyrov,pela realização de uma operação de segurança "profissional". Via: http://www.pakalertpress.com e http://odespertarnews.blogspot.com.br/ |
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11 Dec 2014 10:00 AM PST
A polícia cubana prendeu nesta quarta-feira (10) 32 pessoas, incluindo 16 membros das Damas de Branco, que tentavam se manifestar nas ruas de Havana por ocasião do Dia Internacional dos Direitos Humanos. O grupo Damas de Branco foi formado em 2003 por familiares de presos políticos. "Vivam os direitos humanos", gritavam os manifestantes no momento de serem detidos num setor central da capital. Nos últimos anos, os opositores detidos em Cuba costumam ser libertados poucas horas depois. As Damas de Branco, que ganharam o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu em 2005, e outros opositores cubanos haviam convocado uma manifestação frente a uma das sedes do Festival de Cinema de Havana para comemorar o Dia dos Direitos Humanos. O governo comunista da ilha chama os opositores cubanos de "mercenários" a serviço dos Estados Unidos. |


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