Grupo de cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), liderado
por Miguel Soares, associa bactéria do intestino a uma defesa do corpo
humano contra a transmissão da malária. Em causa está a produção de
açúcar, por parte dessa bactéria, presente no intestino saudável. A
molécula de açúcar, chamada “alfa-gal”, é capaz de gerar “uma resposta
imune muito forte que protege contra a malária”, explica Miguel Soares
em declarações à agência Lusa. |
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