sábado, 1 de novembro de 2014

-------------------------------------------------------------------------------- Política global do filho único, pandemias e guerras - Como a Elite pretende reduzir a população A verdade confirmada: Consumo de leite não diminui o risco de fraturas ósseas, diz estudo [O Mito do Leite] Por chuvas, Alckmin apela para o 'Cacique Cobra Coral' Atenção Brasil: Tiranetes comunistas querem estabelecer a 'Pátria Grande'! Foi citando isso que Cristina Kirchner parabenizou Dilma Política global do filho único, pandemias e guerras - Como a Elite pretende reduzir a população Posted: 31 Oct 2014 06:10 PM PDT A Academia Nacional de Ciências dos EUA publicou um relatório chocante que contempla o estabelecimento de uma política global do filho único por casal ao mais puro estilo chinês, como o único meio de reverter o aquecimento global e reduzir a população mundial a um número 'sustentável' de 1 a 2 bilhões de pessoas O documento, intitulado, "A redução da População Humana não é uma Solução Rápida para os Problemas Ambientais", escrito pelos cientistas Corey Bradshaw e Barry Brook, da Universidade de Adelaide. Corey Bradshaw e Barry Brook O documento, enfatiza inclusive o impacto das guerras mundiais e as pandemias globais que acabariam com a vida de 6 bilhões de pessoas, como um possível método de luta contra a superpopulação que ameaça o meio ambiente. O documento foi editado pelo professor Paul R. Ehrlich, da Universidade de Stanford, um forte defensor da redução populacional, cujas advertências extremas sobre os efeitos devastadores sobre o meio ambiente causados pela superpopulação se demonstraram sempre muito exageradas e imprecisas. Paul Ehrlich Em seu livro de 1968, intitulado "The Population Bomb", Ehrlich predisse que "Na década de 1970, centenas de milhares de pessoas morrerão de fome", como consequência da superpopulação. O tempo demonstrou que foi um falso prognóstico, pois com o passar dos anos, isso foi um dos muitos prognósticos absurdos e catastróficos que Ehrlich errou rotineiramente. Ehrlich também expressou publicamente seu desejo de que se estabelecessem politicas de controle populacional obrigatórias, com o argumento de que tais métodos deveriam ser impostos "por obrigação se as pessoas não obedecessem voluntariamente". John P. Holdren Ehrlich foi também o co-autor do texto "Ecoscience”, junto com o assessor científico da Casa Branca, John P. Holdren, o qual defende o despejo de medicamentos no abastecimento de água potável com a finalidade de esterilizar a população, realizar abortos a força e estabelecer uma ditadura eco-fascista tirânica dirigida por um "regime mundial". Com estes precedentes, não é estranho que se promova documentos como o publicado pela Academia de Ciências, o qual defende a redução populacional sob o pretexto de salvar a mãe terra. O relatório de Corey Bradshaw e Barry Brook, apresenta uma seleção de cenários mediante os quais asseguram "reduções da fertilidade humana", com a finalidade de evitar a "mudança climática", proteger a biodiversidade e ajudar a criar um "plano para uma sociedade futura saudável". Os autores admitem que as taxas de fecundação a nível mundial já estão caindo, mas que o "aumento da população e o aumento do consumo por habitante" estão contribuindo para a piora das condições ambientais. Em um dos possíveis cenários apresentados pelo relatório, eles calculam os efeitos de uma pandemia mundial que acabe com a vida de 6 bilhões de pessoas de 2041 em diante, o que resultaria em uma redução da população do planeta de até 5,1 bilhões de habitantes até o ano de 2100. No entanto, esta redução de 2 bilhões de pessoas em comparação com os números atuais, não seria suficiente para alcançar os níveis desejados pelos autores, os quais afirmam que "até mesmo os acontecimentos futuros que excederem os piores cataclismos do passado não conseguirão reduzir a população aos níveis adequados. Para isso, seria indispensável, em todos os casos, estabelecer medidas adicionais, tais como um controle de fertilidade" Apesar do documento admitir que considera as pandemias mundiais e as guerras como ferramentas para reduzir a população algo 'amoral', seu tom quase lamenta o fato de que estes "fatores de estresse" não conseguiriam reduzir significativamente a população aos números "sustentáveis" desejados entre 1 e 2 bilhões de pessoas. "Tem sido sugerido que a população mundial total entre 1 e 2 bilhões, poderia garantir que todos os indivíduos vivessem vidas prósperas, assumindo mudanças limitadas do consumo per capita e do uso de matérias primas extraídas da terra", afirma o relatório. O tom acadêmico e sombrio do documento só consegue ocultar parcialmente o fato de que os autores defendem a erradicação de 5 milhões de pessoas, algo que eles reconhecem como "politicamente sensível". Em outros dois cenário imaginados, os autores visualizam: A - uma combinação de mortes produzidas por uma guerra mundial massiva e um evento ao estilo da gripe espanhola, e B - uma pandemia que extermine 2 bilhões de pessoas. Bem, em nenhum destes cenários, conseguem alcançar o nível desejado de redução populacional até o ano 2100. O único método de alcançar verdadeiramente o tipo de redução populacional desejado pelos autores com a finalidade de alcançar a sustentabilidade e prosperidade na Terra, segundo aponta o relatório, é estabelecer uma política global do filho único por casal, como a política estabelecida pelo regime chinês. De acordo com o documento, se chegarem a impor tal política no ano de 2045, conseguirão reduzir a população mundial para 3,4 bilhões de habitantes no ano de 2100. O relatório afirma que os principais obstáculos para impor medidas mais rigorosas de planejamento familiar e de uma política global do filho único são "religiosos conservadores e oposição política". No entanto, o documento não diz nada a respeito de como a China impõe à força a política do filho único, mediante uma agoniante coerção econômica e através de um sistema de repressão que viola todos os direitos individuais. Apesar do relatório reconhecer que a imposição de tais medidas seria um "verdadeiro desafio", os autores sustentam que tais métodos draconianos oferecem "um grande potencial pra reduzir o tamanho da população humana e aliviar a pressão sobre a disponibilidade de recursos a longo prazo". "É evidente que a redução da fertilidade na população humana, oferece muito benefícios ambientais e sociais", concluem os autores, com o argumento de que tais medidas representam uma "solução a longo prazo". No entanto, há cientista e estudos que contradizem todas estas afirmações. Segundo algumas entidades, incluindo os próprios números oferecidos pelas Nações Unidas (ONU), a superpopulação deixará de ser um tema de preocupação à partir do ano 2050 e, de fato, à partir de então, o problema real será a subpopulação. Segundo informou o The Economist: "A fertilidade está caindo e o tamanho das famílias está se reduzindo em lugares tais como o Brasil, Indonésia ou inclusive algumas partes da Índia. Nossos estudos mostram que a taxa de fecundação em metade do mundo é agora de 2,1 ou menos, um número mágico que é consistente com uma população estável e é geralmente chamada de "substituição da taxa de fertilidade". Em algum momento entre 2020 e 2050 a taxa de fecundação no mundo cairá abaixo da taxa de substituição mundial". Hans Rosling Além disso, um estudo do professor Hans Rosling sobre demografia mundial, concluiu que "dentro de poucas gerações, o crescimento da população mundial se estabilizará por completo". Certamente este é um tema controverso que se converteu no foco da discussão no mundo científico e acadêmico. Cada um terá sua opinião a respeito e sem ter os conhecimento pertinentes, é difícil tirar conclusões. No entanto, está claro que os documentos como o publicado por Corey Bradshaw e Barry Brook e esperado por Paul R. Ehrlich, nos oferecem uma visão muito clara sobre a consideração que tem os chamados cientistas eugenistas e as elites deste planeta pelo restante da população mundial. Sob o pretexto de proteção ambiental, é evidente que a elite nos considera como uma infecção que deve ser erradicada. Estamos certos que eles não serão os primeiros a dar exemplo e não ter filhos... Fontes: - Periodismo Alternativo: Así pretenden reducir la población mundial - El Robot Pescador: Así pretenden reducir la población mundial - Infowars: NGO envisages global one child policy, pandemics to solve overpopulation - PNAS: Human population reduction is not a quick fix for environmental problems - Reason: Earth Day, Then and Now Via: http://www.anovaordemmundial.com/ A verdade confirmada: Consumo de leite não diminui o risco de fraturas ósseas, diz estudo [O Mito do Leite] Posted: 31 Oct 2014 05:44 PM PDT Vocês se lembram do estupendo vídeo do Dr. Lair Ribeiro desmascarando o mito do leite? Depois de muito tempo, a mídia resolveu divulgar estudos que comprovam a farsa comercial... Um estudo publicado pelo British Medical Journal (BMJ) sugere que o consumo de leite não diminui o risco de fraturas por fragilidade óssea. Com base em pesquisas realizadas pela Universidade de Uppsala, na Suécia, o estudo mostrou que mulheres que bebiam mais de três copos de leite por dia na verdade mostravam mais tendência a sofrer lesões do gênero que mulheres consumindo menores quantidades do produto. Os pesquisadores, porém, alertam que os resultados apontam uma tendência e não devem ser interpretados como prova de que o maior consumo de leite causou as fraturas de fragilidade óssea. Fatores como o peso e o consumo de álcool também devem ser levados em conta, alertam. Chances dobradas O leite durante anos tem sido recomendado como uma boa fonte de cálcio, mas estudos investigando uma relação entre o consumo do produto e o fortalecimento ósseo apresentaram resultados conflitantes. A pesquisa sueca examinou os hábitos alimentares de 61.400 mulheres entre 1987-90 e de 45.300 homens em 1997 para então monitorar sua saúde ao longo de um período de até 20 anos. Participantes preencheram questionários sobre a frequência no consumo de alimentos como leite, iogurte e queijo. Os pesquisadores, então, viram quais participantes sofreram fraturas e tiveram outros problemas nos anos seguintes. "As mulheres com alto consumo de leite tinham um risco 50% maior de sofrer fraturas de bacia", explica Karl Michaelsson, pesquisador-chefe da Universidade de Uppsala. Os homens foram monitorados por 11 anos e os resultados mostraram uma tendência parecida, porém menos acentuada. Padrões opostos Curiosamente, produtos à base de leite fermentado, como o iogurte, apresentaram o padrão oposto: o maior consumo reduziu o risco de fraturas. Para o professor Michaelsson, outro fator que pode influenciar a força óssea são os açúcares do leite, que testes de laboratório já mostraram acelerar o envelhecimento em alguns animais. "Os resultados do nosso estudo questionam a validade das recomendações do consumo de grandes quantidades de leite para a prevenção de fraturas de fragilidade óssea", afirma o pesquisador. "Mas esses resultados precisam ser interpretados de forma cautelosa por conta da natureza observacional do nosso estudo". Michaelsson defende ainda que as recomendações sobre o consumo de leite não sejam alteradas até que se conduzam mais pesquisas sobre o tema. Via: http://www.bbc.co.uk/ Por chuvas, Alckmin apela para o 'Cacique Cobra Coral' Posted: 31 Oct 2014 05:09 PM PDT Pelo jeito, Alckmin não bota fé no apoio que recebeu dos evangélicos. É que, como alertávamos aqui no último dia 16 de outubro, parece que não restou outra alternativa ao ultracatólico governador Geraldo Alckmin senão fazer a dança da chuva para regar São Paulo, conforme informa a Veja SP: Pela primeira vez, Alckmin apela para Fundação Cacique Cobra Coral O governador contatou nesta semana o grupo conhecido por ser capaz de manobrar fenômenos naturais e, inclusive, fazer chover Carolina Giovanelli Em meio a uma preocupante crise hídrica na cidade, o governador reeleito Geraldo Alckmin contatou pela primeira vez a Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC), que se diz capaz de manobrar fenômenos naturais e alterar o clima do planeta. Osmar Santos, porta-voz do grupo, conversou hoje, quarta (29), durante meia hora com um assessor da secretaria particular do governador. O combinado é que o Palácio dos Bandeirantes volte a ligar na semana que vem para agendar um encontro diretamente com Alckmin. O trabalho da FCCC se dá através da médium Adelaide Scritori, que afirma contar com a ajuda de uma entidade umbandista conhecida como Cacique Cobra Coral. A "parceria" conseguiria promover mudanças em relação a raios, trovões e tempestades. Há convênios com diversas empresas particulares, governos e prefeituras. "Não pedimos dinheiro, mas contrapartidas como construção de obras de geração de energia para beneficiar a população", diz Santos. No fim de agosto, Scritori chegou a mandar uma notificação por e-mail dirigida a Alckmin, alertando que o período chuvoso atrasaria esse ano e que medidas urgentes precisavam ser tomadas. Não obteve resposta. Se o convênio com o governador for selado e ele cumprir as exigências, Santos garante que a seca é reversível. Se não, a previsão para o ano que vem se mostra das piores, com chuvas irregulares e insuficientes para recuperar os reservatórios. Veja SP retirou a matéria do ar, mas a prova de que ela existiu está aí. Atenção Brasil: Tiranetes comunistas querem estabelecer a 'Pátria Grande'! Foi citando isso que Cristina Kirchner parabenizou Dilma Posted: 30 Oct 2014 07:23 PM PDT O motivo pelo qual algumas pessoas estão pedindo impeachment a meu ver parece equivocado. As supostas fraudes nas urnas eletrônicas fazem parte das regras do jogo combinadas entre as partes. Não vejo que isso dê resultados. Mas cada um é cada um… Só que a declaração de vários tiranetes da América Latina afirmando que a vitória da presidente Dilma está diretamente relacionada a “ações revolucionárias” de países como Venezuela, aí sim é motivo para impeachment. (Além, é claro, do aparelhamento estatal, especialmente na campanha, e a corrupção endêmica) E já passou da hora de Dilma ser chamada ao Congresso para explicar o que significa o termo “Pátria Grande” proferido por esses tiranetes. Veja o que disse Cristina Kirchner logo após a eleição: "Querida companheira e amiga Dilma, felicidades pelo triunfo. Grande vitória da inclusão social e da integração regional, um passo a mais para a consolidação da pátria grande." Claro que todos já sabem o que o termo significa: traição à Pátria e violação da soberania nacional. Não existe “Pátria Grande”. Existe a Pátria. Você ainda não está indignado? Então, deixe-me explicar em mais detalhes o que significa violação da soberania nacional junto com traição à Pátria. Você paga seus impostos para um governo que deveria para governar para você, certo? Então por que esse dinheiro está sendo usado para financiar países devastados economicamente de propósito por seus líderes? Basicamente, é assim: Cristina Kirchner e Nicolas Maduro são como vampiros do estado, que já deixaram suas vítimas exangues. E agora estão atrás do nosso sangue. A presidente Dilma está claramente governando contra os interesses de nossa nação, em benefício de seus companheiros bolivarianos. O que vamos ganhar com alianças e financiamentos para Argentina e Venezuela ao invés de alianças mais fortes com México, Colômbia e outros países civilizados? Neca de pitibiriba. A traição à pátria está mais do que comprovada. Veja abaixo um vídeo estarrecedor, no qual Maduro detalha a importância da vitória de Dilma para as “ações revolucionárias” de seu país. Via: http://lucianoayan.com/

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